ALGUMA POESIA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE PDF

ISBN 1. O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. E dava um suspiro Por uma frincha O diabo espreita com o olho torto. Diabo espreita por uma frincha.

Author:Goshura Bara
Country:Gambia
Language:English (Spanish)
Genre:Spiritual
Published (Last):14 July 2012
Pages:344
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ISBN:194-9-61100-257-9
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Next skip alguma poesia Alguma poesia. Pequena antologia de poemas de Carlos Drummond de Andrade. E canta como nunca. O enigma essencial de Drummond nosso? Publicou O tempo e outros remorsos, Viagem de trem e Passos de Drummond. In: Boitempo. Poesia completa. Rio de Janeiro: Aguilar, Na cidade toda de ferro as ferraduras batem como sinos. Os meninos seguem para a escola. Os ingleses compram a mina.

In: Alguma poesia. A alma severa se interroga e logo se cala. Triste farol da Ilha Rasa. In: Sentimento do mundo. E dava um suspiro Meu passo torto foi regulado pelos becos tortos de onde venho. Aqui obrigam-me a nascer de novo, desarmado. Cataguazes, novembro de Foto: Biblioteca Brasiliana Poema de sete faces Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos!

O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. O livro foi integralmente custeado pelo poeta. Um homem vai devagar. Um cachorro vai devagar. Um burro vai devagar. Eta vida besta, meu Deus. Vista de Itabira, Foto: Museu de Itabira. Vem cheirando o tempo entre noite e rosa.

In: A rosa do povo. Bebo em Murilo. Me perco em Apollinaire. Adeus, Maiakovski. Ser explosivo, sem fronteiras, por que falsa mesquinhez me rasgaria? Que se depositem os beijos na face branca, nas principiantes rugas. Na parede infiltrou-se. In: As impurezas do branco. Insisto, solerte. Busco persuadi-las. Ser-lhes-ei escravo de rara humildade. Na voz, nenhum travo de zanga ou desgosto.

Lutar com palavras parece sem fruto. Palavra, palavra digo exasperado , se me desafias, aceito o combate. Quisera possuir-te neste descampado, sem roteiro de unha ou marca de dente nessa pele clara. Preferes o amor de uma posse impura e que venha o gozo da maior tortura. Mas ai! Cerradas as portas, a luta prossegue nas ruas do sono.

In: Brejo das almas. Foto: Cosac Naify. Que noite! A noite desceu. A noite caiu. A noite anoiteceu tudo Havemos de amanhecer. Novas coisas, sucedendo-se, iludem a nossa fome de primitivo alimento.

Rio de Janeiro: Record, Nunca pretendi manifestar mensagem nenhuma. Ouviram falar.

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Julieta Augusta Drummond de Andrade. Carvalho Brito, em Itabira MG. Muda-se, com D. Colabora em Mundo Ilustrado. Passa a morar em apartamento.

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Alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade

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